1
Nome correto Trichuris trichiura — não Trichocephalus (Lei da Prioridade)
2
Parte fina = anterior (boca) DENTRO da mucosa do intestino grosso
3
Ciclo Trichuris SEM passagem pulmonar; L1 já é infectante (≠ Ascaris = L3)
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OPG: <1.000 leve · 1.000–10.000 moderada · >10.000 severa
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Síndrome disentérica: disenteria + prolapso + retardo crescimento (MAIS GRAVE, pode ser PERMANENTE)
6
Tratamento Trichuris com dose única = eficácia MUITO BAIXA (parasito intramucosa)
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Strongyloides: só fêmeas, partenogênese, 30–40 ovos/dia
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Fezes de Strongyloides = larvas L1 (não ovos!)
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Dois ciclos: direto (autoinfecção) e indireto (vida livre no solo)
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Corticosteroides = DUPLO EFEITO: imunossupressão + análogo hormonal (ecdisteroides)
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Populações risco: corticoides, HIV, HTLV, transplantados, desnutrição grave, neoplasias hematológicas
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Hiperinfecção = intestino+pulmão+pele; Disseminada = órgãos fora do ciclo (rins, SNC, coração)
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Translocação bacteriana → SEPSE = causa real da morte (não o parasito em si)
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Larva currens EXCLUSIVA de Strongyloides: até 10–15 cm/HORA, sem contato com solo
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EPF de rotina NÃO diagnostica Strongyloides (busca ovos; fezes têm larvas em quantidade ínfima)
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Diagnóstico: Baermann (hidrotermotropismo); confirmação pela cauda entalhada da L3
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Tratamento Strongyloides: IVERMECTINA (escolha) — não albendazol/mebendazol
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Ovo Trichuris: formato barril/limão, 2 opérculos, parede grossa lisa, cor marrom
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Strongyloides pode persistir por DÉCADAS via autoinfecção sem reexposição
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Na prova: sempre especificar diagnóstico + tipo (hiper/disseminada) + fator de risco do paciente