01
O PR aumenta até uma P não produzir QRS.
A P bloqueada parece deformar a onda T; depois da pausa, o PR volta a ficar menor.
Resposta: BAV de 2º grau Mobitz I, ou Wenckebach.
02
PR constante e falha súbita de condução.
Os batimentos conduzidos mantêm o mesmo PR, mas uma P aparece sem QRS.
Resposta: Mobitz II; padrão infra-hissiano e de maior risco.
03
P–P regular, QRS–QRS regular, mas sem relação entre eles.
Algumas P ficam casualmente próximas ao QRS, porém o PR muda continuamente.
Resposta: BAV completo com dissociação atrioventricular.
04
Ondas F a 300/min com condução 4:1.
A atividade atrial é organizada e apenas uma em cada quatro ondas alcança o ventrículo.
Resposta: flutter atrial; resposta ventricular aproximada de 75/min.
05
Não há P normal e os RR não repetem padrão.
O traçado acelera, desacelera e volta a acelerar de modo imprevisível.
Resposta: fibrilação atrial — ritmo irregularmente irregular.
06
QRS largo, R ampla lateral e ST–T opostos.
D1, aVL, V5 e V6 exibem complexos amplos e entalhados.
Resposta: bloqueio de ramo esquerdo com discordância secundária.
07
rSR’ em V1 e S terminal larga nas laterais.
A parte inicial parece relativamente habitual; o atraso é terminal.
Resposta: bloqueio de ramo direito.
08
Eixo à direita e S persiste até V6.
Há R proeminente nas precordiais direitas e alterações secundárias de repolarização.
Resposta: combinação valorizada para sobrecarga ventricular direita.
09
S em V1 + maior R de V5/V6 = 44 mm.
O candidato soma apenas a maior R, não as duas derivações laterais.
Resposta: critério de Sokolow-Lyon positivo para SVE.
10
D1 positivo, D3 negativo e SIII maior que SII.
O eixo aponta para cima e para a esquerda, por volta de −45°.
Resposta: BDAS/BDASE, bloqueio divisional anterossuperior esquerdo.